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15 de maio de 2017

Máximas das esquerdas de araque


Por Igor Matos Lago

Lendo as notícias, entrevistas, textos que saíram na mídia nos últimos dias, o teclado daqui foi incentivado a escrever algumas máximas das nossas esquerdas que alcançaram o poder em 2003 e, recentemente, foram impedidas, para o bem do Brasil.


Parece que resignaram-se à riqueza adquirida de forma desonesta, ao assistencialismo social como redenção do povo e desvio e corrupção como projeto de perpetuação no poder. Incapazes de uma autocrítica, só pensam em voltar ao poder:

1. O governo Temer é o responsável pela divisão do país entre lulistas e antilulistas, e não o próprio Lula e os seus seguidores.

2. Que as reformas trabalhista e previdenciária foram derrotadas em 2014. Ora, não foram os próprios Lula e Dilma que já afirmaram serem necessárias?.

3. Agora falam da crise econômica, o que antes evitavam. Mas não fazem nenhuma menção às suas causas e às próprias responsabilidades. Ao contrário, apontam as atuais decisões governamentais como criadoras do difícil e lento momento para a saída desta;

4. E, sem muitas delongas, apostam no seu único nome, o do Lula que, apesar de tudo, o consideram um estadista! É que não tem outro nome. Nem no PT nem nas siglas subalternas PC do B, PDT, PCO e outras. Como se o Lula não tivesse nada a ver com toda a crise política e econômica que vivemos, acham-no a única solução para ganhar as eleições, voltar ao poder e fazer as barbaridades de sempre. Não pensam no país!.

5. Culpam, como o próprio Lula, a Lava Jato (e trata-se apenas de uma investigação de combate à corrupção que tem acertado na grande maioria de suas decisões!) pela crise política e econômica, pelo Impeachment e por sua queda do Palácio do Planalto, como se o roubo, o desvio, a corrupção, a má gestão e o aparelhamento do estado não tivessem nada a ver com os problemas atuais. Insistem, teimosamente, na tese da falta de legitimidade do atual governo, como se não estivessem previstas na Constituição causas muito bem definidas para a ocorrência do impedimento da ex-presidente.

6. Por último, consideram-se injustiçados, passados para trás, afinal, acham-se responsáveis pelo período de maior justiça social no nosso país. Brutas e estultas, de tanto mal ler Marx, Engels, Lenin e, bem menos, Trotsky, Luxemburgo, outros e os nossos próprios pensadores, desconhecem a nossa própria história. Se conhecessem a história do trabalhismo brasileiro saberiam que o velho Getúlio foi o que mais tocou na porta da Justiça Social mesmo com os seus aspectos negativos.

Que Deus, o bom senso e os bons costumes salvem o Brasil!


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